22 Fev
PÉ NO ESTRIBO
FALTAM...
...246 dias para as eleições municipais deste ano. Some-se a isto outros 21 dias para a decisão em segundo turno, como deve ocorrer em Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa e muito provavelmente em Cascavel. Por enquanto não há candidatura alguma colocada, ainda, por aqui.
TOBOGÃ
Na manhã desta quarta-feira, na Rede T, Osmar Dias fez importantes revelações quanto ao processo eleitoral em Ponta Grossa, citando mais de uma dezena de vezes o nome do candidato a prefeito, de sua preferência, por aqui, e que é o Márcio Pauliki.
Interessante acima de tudo é que, nos partidos que dão sustentação ao governo federal, Osmar vê, sim, uma aproximação com o PT, claro que com o PDT ocupando a cabeça de chapa, com Márcio Pauliki.
E mais: Osmar estimula conversas com outras agremiações, o que ele deixa a critério do próprio Márcio. É claro que ele não fala de forma definitiva em siglas partidárias, mas deixa isso muito claro, de que o espectro político-partidário possa ser estendido ou ampliado.
É bem provável que, no mês que vem, Osmar venha a Ponta Grossa para um encontro de natureza política com o Márcio Pauliki e mais os simpatizantes de sua candidatura.
Hoje, também, Osmar confirmou que, na campanha eleitoral para governador um nome de Ponta Grossa, do PPS, havia se colocado como alternativa para ser seu companheiro de dobradinha.
“Eu não esqueci como ele se comportou naquela campanha, na hora do vamos ver”, aponta Osmar.
No mesmo espaço quem também deu um pitaco foi o Gustavo Fruet, que, naquele momento estava reunido com Osmar. Gustavo é o candidato pedetista a prefeito de Curitiba.
Quem acabou entrando na conversa ao vivo, também, foi o Márcio Pauliki, que, aliás, no período da tarde de hoje, terá uma nova conversa com o senador Osmar Dias.
É claro que o teor da conversa de Osmar, no rádio, motivou ainda mais o Márcio, que vai conversar com outras tendências político-partidárias, além do PMDB, mais o PTN e o PTB, com quem já iniciou conversações.
Dia desses, a propósito, ele conversou com os dois deputados pelo PPS, grupo que, aliás, ele pertenceu até o ano passado. Foi em busca de um sim quanto a sua participação no processo eleitoral deste ano, e recebeu um “veja bem”.
Vale dizer que sua participação no dito grupo foi pelo menos durante os últimos seis anos. Hoje, Pauliki aponta que não tem grupo político formado, está na nascente disso.
Postado por Altair Ramalho as 10:11 Clique aqui para deixar seu comentario
